Brasileiros são multados em US$ 170 mil por esquema de pirâmide


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Os casais Dennis e Elaine Somaio terão que pagar US$ 98.671 e Vinícius e Thaís Aguiar US$ 71.894 por lucro ilícito

Na terça-feira (20), as autoridades informaram que juiz federal determinou que 4 brasileiros residentes em Marlborough (MA) paguem US$ 170 mil em multas por participarem em um esquema de pirâmide cujo alvo era imigrantes latinos. Os réus Dennis Somaio, Elaine Somaio, Vinícius Aguiar e Thaís Aguiar atuaram como promotores da Wings Network, que a Comissão de Câmbio e Comissões (SEC) alega ser uma companhia de marketing de multinível que administrava um esquema internacional de pirâmide.

A SEC apresentou uma ação judicial contra a companhia, seus executivos e promotores junto à Corte Distrital de Boston (MA), em 2015. Na sexta-feira (16), um juiz federal determinou que Dennis e Elaine pagassem a quantia de US$ 98.671 e Vinícius e Thaís o total de US$ 71.894 referentes a ganhos ilícitos e juros, conforme o comunicado divulgado pelo órgão.

Geovani e Priscilla Bento, residentes em Auburn (MA), também tiveram que pagar a multa de US$ 150.816 decorrentes de ganhos ilícitos e juros.

O juiz proibiu que os 6 promotores ofereçam, operem ou participem de qualquer programa de marketing e vendas  no qual eles sejam pagos por somente para induzirem as pessoas a participarem.

No início de setembro, Wesley Brandão Rodrigues, morador em Marlborough (MA), foi multado em mais de US$ 162 mil por sua participação como promotor do esquema.

Conforme a ação judicial apresentada pelo SEC, a Wings Network começou a operar nos EUA em novembro de 2013, oferecendo produtos móveis e digitais, como telefones, apps e armazenamento de dados no Cloud. Entretanto, segundo as autoridades, a companhia dependia de vender participações aos novos investidores para arrecadar dinheiro, levantando pelo menos US$ 23.5 milhões em Massachusetts. A verba era então usada para pagar investidores mais antigos para que o esquema pudesse continuar funcionando, alegam as autoridades.

A Wings Network tinha como foco os imigrantes brasileiros e dominicanos, os quais os promotores da empresa atraíam com reuniões públicas em lojas, escritórios e “centros de treinamento” em Massachusetts e outros estados, acrescentaram as autoridades. A ação judicial permanece contra o resto dos promotores e representantes da empresa, adiantou o SEC.

Fonte: brazilianvoice.com

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